“O arquivo” de Victor Giudice

E tem surpresa melhor que um encontro literário despretensioso? Li um conto hoje (já digo que de 1972) que me fez sorrir e pensar no quanto o insólito na ficção é genialmente revestido de crueldade. Crueldade esta que tem batido, insistentemente, à porta de todos nós (ou "na porta", dependendo da intensidade ou desespero com... Continuar Lendo →

Pequena vitória ciclística

Não é uma "ideia fixa" nos moldes machadianos, mas vou falar de novo de bicicleta, enquanto as postagens sobre outros assuntos continuam no rascunho (tenho rascunhos de 2010, só pra dar uma ideia do que eu digo!) e o acontecimento ainda está dentro do mês. A condição que me impus para a vinda da Nina... Continuar Lendo →

Sutilezas do Bruxo do Cosme Velho

Quando eu comentei que minha segunda não-recomendação de leitura foi "Dom Casmurro", eu não completei dizendo que também li essa obra com interesse e bom humor. Ao contrário do "Vidas Secas", no qual eu chorei pela aridez humana, neste eu ri. Pois é, ri. Quem me conhece, sabe que tenho um, vamos dizer, "humor francês"... Continuar Lendo →

Dia Nacional do Livro – 29 de outubro

Hoje, comemora-se a chegada dos livros portugueses para compor a Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Aliás, conhecê-la é um item que ainda não eliminei da minha lista e espero poder resolver essa pendência logo.   Quando me disseram que Vidas Secas era um livro horrível e chato, eu duvidei e fui lê-lo. Isso aconteceu... Continuar Lendo →

Er Ist Wieder Da… Você sabe quem!

... ou simplesmente "Ele está de volta" (2015), filme alemão do diretor David Wnendt, baseado no livro homônimo de Timur Vermes. Pensa na mistura entre um riso nervoso e um soco no estômago... Conseguiu imaginar? É mais ou menos isso o que essa história causa. É ficção? Sim, é. É realidade? O pior é que... Continuar Lendo →

Um caso de identidade, sempre isso!

"Meu caro companheiro", disse Sherlock Holmes quando estávamos sentados, a lareira entre um e outro, em seus aposentos em Baker Street, "a vida é infinitamente mais estranha do que tudo que a mente humana seria capaz de inventar. Não ousaríamos conceber coisas que, na realidade, não passam de lugares-comuns da existência. Se pudéssemos sair voando... Continuar Lendo →

Ineditismo ciclístico

"As palavras não curam, mas são uma trégua no desamparo, melodia na solidão" é o que diz o querido Milton Hatoum na crônica "Um sonhador". Hoje faz uma semana que fiz o pedal para o autódromo e ainda não havia escrito nada a respeito. Meu desejo era o de escrever logo no dia seguinte, não... Continuar Lendo →

Estamos cegos

"Cegos. O aprendiz pensou: "Estamos cegos", e sentou-se a escrever o Ensaio sobre a Cegueira para recordar a quem o viesse a ler que usamos perversamente a razão quando humilhamos a vida, que a dignidade do ser humano é todos os dias insultada pelos poderosos do nosso mundo, que a mentira universal tomou o lugar... Continuar Lendo →

19 km depois…

A bicicleta foi uma constante na minha infância (assim como os patins e a bola de vôlei) e eu lembro nitidamente o dia em que aprendi a andar sem rodinhas. Eu achava linda a minha Monark verde e o Tio Valter estava comigo na rua da casa de meus avós. Só me lembro dele ter... Continuar Lendo →

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