Literatura, sua bandida!

Apaixonar-se por literatura é um caminho sem volta. Mesmo. Uma vez ouvi o seguinte “a faculdade de Letras é uma fábrica de angústias”. Sim, de fato é. E não por conto do tenebroso futuro pedagógico que aguarda a quase todos ao final do curso, mas porque pensar, refletir, analisar e conhecer são atividades que despertam…

363/365 Toca do leão

Sim, ainda o cabelo. Sorry. Quando eu pensava que, ao acordar, o “ninho de rato” não poderia piorar, enganei-me. Hoje foi dureza, tive que aguentar a crise de choro do susto que o Vini tomou quando me viu. Fiz o esquema de borrifar a misturinha, mas a situação continuou crítica hoje. “Difícil olhar pra essa…

361/365 Day after

Esse é o nome dado para o “dia seguinte” do BC com o novo cabelo. Ao me olhar no espelho, eu usaria a expressão dos meus avós “ninho de rato” pra classificar o que eu via. Resolvi relaxar, tomar café, fazer mil coisas e ver o que eu faria quando tivesse que sair. Brinco grande?…

360/365 Big Chop

Hoje foi o último dia de trabalho, que alívio. Enfim chegou o momento de descansar, felizmente terei novos desafios em 2017, além da gratidão por ter me livrado de uma das pessoas infelizes que atormentou minha vida durante este ano. Agora sim eu posso acreditar que esse pesadelo acabou, o que me dá esperança de…

355/365 Sobre limpeza e desobediência…

A Matilda agora habita a porta do meu half home office, half craft room. O quilt de estrela vai pra parede, o porta-chaves foi parafusado no lugar e tive até um longo momento lava-jato na garagem (me senti poderosa e arbitrária, mas com plena convicção do que estava fazendo). Sim, desobedeci as ordens de Pink…

353/365 Dois em um

Há dias em que fico sem saber o que escrever sobre a gratidão do dia (normalmente os dias sem postagem), mesmo que me esforce muito pra descobrir um momento epifânico. Há dias em que, depois desse esforço, consigo sim encontrar algo pra agradecer. Há dias em que é muito fácil saber sobre o que escrever….

351/365 Zona cerealista

Se há uma coisa que gosto demais de fazer no domingo é ir à zona cerealista, na rua Santa Rosa, para comprar cereais, castanhas e muitas outras delícias. Gosto de tudo, do guardador de carros, até a atendente gente boníssima da loja que costumo comprar, a Gisele. Adoro a variedade de alimentos, a degustação, os…

350/365 Mobila, gizmo e os embalos continuam!

É uma sensação incrível a de se retomar paixões que já haviam virado cinzas. É como se houvesse uma chama escondida que, por ser alimentada, voltou a ter força pra se apresentar. Jamais imaginei que fosse estar em meio a helmets, gloves, jackets and two wheels, tampouco que fosse jogar videogame novamente! Putz, continuo adorando…

349/365 Levantar com o pé direito

Meu dia começou repleto de boas notícias. Por incrível que pareça, consegui acordar e ler as notícias do dia, antes mesmo de sair da cama. Senti-me gente em não ter acordado tão cedo, ter visto um pouco do que acontece no mundo e ter me arrumado com tranquilidade. Quando eu li,

348/365 Overcoming

Sim, passou rápido. E num piscar de olhos, já faz 1 1/2 anos que eu estou estudando inglês no ritmo “express” com 4h por semana, fora as lições online e o caderno de exercícios (praticamente em branco desde agosto). O melhor de tudo é que tem sido muito bom, ainda que eu fique em crise…

347/365 Celebrar e agradecer

Dezembro é um mês sempre repleto de confraternizações para celebrar o ano que está findando, no caso de 2016, agonizando. E aquele jogo de “alívio de consciência” aparece tanto na sacolinha/cesta básica de fim de ano, como nos “cafés” com TODOS os amigos que não vimos ou convivemos o ano todo… Tudo isso pra diminuir…

346/365 Mãos de tesoura

O dia foi adoravelmente raro, o que significa que não trabalhei em casa! Explico-me: trabalhei podando as plantas do jardim, mas não me ocupei com o meu trabalho na minha casa. Engraçado como a mente fica “gritando” o tempo todo, repreendendo-me como se eu não pudesse fazer outra coisa senão trabalhar, enquanto estou em casa.Maluco…