It seems that…

It seems that I cryed for all the lovies… Now, fortunately, it´s finished. Have you ever felt like me?

Today is the last time that I read, I write, I feel this poem… Finally, the “Enterrado vivo” is died. Sorry Mr. Drummond, my favourite bard.

É sempre no passado aquele orgasmo,
é sempre no presente aquele duplo,
é sempre no futuro aquele pânico.

É sempre no meu peito aquela garra.
É sempre no meu tédio aquele aceno.
É sempre no meu sono aquela guerra.

É sempre no meu trato o amplo distrato.
Sempre na minha firma a antiga fúria.
Sempre no mesmo engano outro retrato.

É sempre nos meus pulos o limite.
É sempre nos meus lábios a estampilha.
É sempre no meu não aquele trauma.

Sempre no meu amor a noite rompe.
Sempre dentro de mim meu inimigo.
E sempre no meu sempre a mesma ausência.

Se alguém souber quem tirou essa foto, eu gostaria de colocar os créditos...
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