Livros e sonhos alados

Há épocas em que os sonhos ganham asas. É como se elas tivessem (re)nascido, depois de terem sido podadas ou terem perdido o viço. Asas que não se importam com o que os outros dizem (outro dia ouvi: “vou morrer sem entender isso”… pena… :(), com o que esperam delas, com o que querem obrigá-las a fazer ou ser. Essas são asas livres e esse é o melhor estado que alguém pode estar. É muito bom estudar, é vital ler, é primordial respirar, é uma nova experiência compor quadros visuais por meio de lentes, é maravilhoso criar, é um exercício usar as mãos para fazer suas coisas, é um alívio dizer “não”, é prazeroso ajudar, é engrandecedor trocar ideias e experiências, é certo afastar-se de uns e outros, é acolhedor ter boas lembranças, é esperançoso seguir adiante e planejar o futuro… E tudo isso só é possível, quando há asas que ajudam a sentir tudo mais leve. E feliz.

Eu voltei, depois de um período de intensa reflexão interna.

E nada melhor do que um vídeo, enviado pela querida Lenice, para mostrar toda a beleza, a sensibilidade e o alívio desse momento de alfabetização emocional.

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