48/365 Laguinho

Carinhosamente chamado de “Laguinho”. Conheço esse lugar há muito tempo. Sim, sei que é bizarro a gente ter um parque num bairro residencial, com mata alta, patos e jacaré e o parque não ser aberto ao público. Pois é, o parque Jacques Costeau não é aberto ao público, pois os moradores consideram que vai começar a aparecer “todo tipo de gente” lá. Sim, eu entendo que é um parque com mata mais fechada, que se não houver uma fiscalização, o povo pode se esconder nele etc e tal… Ao mesmo tempo, eu fico pensando em quanto tempo ainda demoraremos para ter uma vida mais civilizada e livre. Penso no gigantesco Tiergarten (Berlin), no incrível Vondelpark (Amsterdã), no Englisher Garten (Munique) e até do 3 de Febrero (Buenos Aires) e o Jacques Costeau é um cisquinho do cisquinho do cisquinho de cada um deles… E todos os outros são completamente abertos às pessoas.

Ainda assim, é possível fazer uma caminhada pela calçada externa, olhando para os patos dentro do parque, as azaleias floridas, as árvores, o laguinho e sentir o aroma dos Eucaliptos… E eu adoro muito isso, é o meu lugar predileto para oxigenar o cérebro, limpar os pulmões, exercitar as pernas, limpar os olhos e ter boas conversas. Então é muito motivo para agradecer!

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