64/365 Feira Livre 

E não é que ir à feira no domingo pela manhã também é evocação de poesia? Pois é, eu não acho essa uma atividade enfadonha e desgastante, mesmo que as pessoas continuem dando trombadas, a gente tenha que preservar os pés de carrinhos assassinos e agora a novidade das pessoas em querer levar seus inúmeros pets pra “passear” pela feira… Gosto do colorido, dos odores (exceto quando estou próxima às barracas de pastel!) e até dos divertidos jargões dos feirantes. E faço desse um momento único (mesmo que eu esteja com pressa): o de escolher os alimentos que estarão no prato no decorrer da semana. Pollyanice? Não, só mais um instante para mindfulness do cotidiano. E, quando tudo isso ainda traz lembranças da infância e de quando eu ia à feira com a minha avó (naquela época sim, mais pra comer pastel e tomar garapa! Aliás, tem sido difícil tomar uma caldo de cana com o sabor daqueles de outrora), a situação toda fica ainda melhor, pois traz lembranças gostosas da infância. E, como não ter a grata lembrança do querido Manuel Bandeira em sua bela evocatione da memória “Evocação do Recife“? (aqui recitado pelo saudoso Antonio Abujamra)

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