163/365 Metade

Meu livro de trabalho da vez é O visconde partido ao meio do Ítalo Calvino. Eu adoro esse autor e adoro esse livro. O viés da bem humorada narrativa fantástica sobre a incompletude do ser humano é sempre atual e intensa. Para começar essa discussão, eu gosto muito de colocar um poema do Oswaldo Montenegro, que se chama Metade. Hoje a discussão foi bonita que só e é interessante quando a gente percebe que algo conseguiu furar a casa da banal superficialidade juvenil. E, para conhecer o texto, nada melhor do que ouvir o próprio autor recitar o poema.

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