256/365 Amy Purdy

Linda, linda, linda. E brilhou na abertura dos Jogos Paraolímpicos 2016. Quando recebi esse vídeo há alguns dias, fiquei encantada com essa talentosa atleta. O que eu mais gostaria mesmo era de poder prestigiar esses atletas pessoalmente. Se parte do meu coração já está no Rio de Janeiro, uma das partes que ainda está aqui, fica pulsando com vontade de estar lá vendo tudo isso. Agora, deu pra assistir na TV aberta? Ah, e quantos jogos mesmo serão transmitidos ao longo dessas duas semanas? Ah, sim, nenhum. Só pra confirmar…  O mais importante de tudo é que esses atletas são, apesar de…

Esse “apesar de” me é muito querido (sim, também pelo fato de ser uma concessiva! ;D), por conta de um trecho da querida Clarice Lispector em Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres. No trecho, Ulisses diz para a Lóri “uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de.É preciso viver, apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora de minha própria vida. Foi apesar de que parei na rua e fiquei olhando para você enquanto você esperava um táxi.”

E, retomando ao fato do descaso da nossa mídia G – L – I – T -, os atletas e o evento são, apesar de… Felizmente os ingressos esgotaram, mesmo que eu tenha ficado sem. E quando vi essa moça dançando, com todo esse carisma e charme, eu agradeci por ter tomado contato com ela.

 

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