347/365 Celebrar e agradecer

Dezembro é um mês sempre repleto de confraternizações para celebrar o ano que está findando, no caso de 2016, agonizando. E aquele jogo de “alívio de consciência” aparece tanto na sacolinha/cesta básica de fim de ano, como nos “cafés” com TODOS os amigos que não vimos ou convivemos o ano todo… Tudo isso pra diminuir a sensação de derrota que as metas não cumpridas  nos trazem. A questão é: se as “metas” não foram cumpridas: tudo bem. Se não houve como encontrar os amigos: tudo bem. Se as horas de descanso, a atividade física e a melhor alimentação só olharam de longe e acenaram: tudo bem.

Hoje foi a última meditação ativa lá no estúdio de yoga e o tema foi “celebrar e agradecer” pelas conquistas, pelas derrotas e pelo vazio. Afinal, é ficar com aquilo que é. Se aconteceu, é celebrar. Se não aconteceu, é celebrar. Acho que esse foi um dos exercícios mais difíceis do ano na meditação. Sentir o coração transbordando por celebrar toda a vida experienciada foi uma forma de perceber o quanto ainda estou longe de vivenciar algo assim. Pouca entrega e pouca profundidade foi o que eu percebi de mim nesse exercício de hoje. E só depois que a professora colocou a música “Trem-bala” da Ana Vilela (hit que viralizou na internet há pouco) que traz uma letra bem adequada para o tema, consegui perceber talvez o início desse estado de plenitude, de celebração e de gratidão. A arte deu uma mãozinha nesse processo que é muito mais difícil do que se possa imaginar.

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