Dia de comemorar a insubordinação mental: parabéns, Drummond!

31 de outubro de 1902 nascia um dos poetas mais incríveis de todos os tempos: Carlos Drummond de Andrade. Nada mais propício para prestigiar quem deixou um legado que, felizmente, permite ao leitor pensar criticamente – e, quiçá, chegar à insubordinação mental (“piada” biográfica) -, que reproduzir um poema icônico: A flor e a náusea, do livro A rosa do povo (1945).

Ouviu o poema? Mas, ouviu bem mesmo? Tem certeza? Analisou os versos? Então, se isso aconteceu, fica a certeza de que “É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.”

Drummond que é Drummond, que publicou isso, assistindo ao horror da 2ª Guerra Mundial diz que uma flor nasceu, resta-me observar no cotidiano flores nascendo em meio à náusea atual.

 

 

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