#365agradecimentos

353/365 Dois em um

Há dias em que fico sem saber o que escrever sobre a gratidão do dia (normalmente os dias sem postagem), mesmo que me esforce muito pra descobrir um momento epifânico. Há dias em que, depois desse esforço, consigo sim encontrar algo pra agradecer. Há dias em que é muito fácil saber sobre o que escrever. Há dias em que escolho um dos eventos para agradecer. Há dias em que devo colocar mais de dois momentos de gratidão.

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351/365 Zona cerealista

Se há uma coisa que gosto demais de fazer no domingo é ir à zona cerealista, na rua Santa Rosa, para comprar cereais, castanhas e muitas outras delícias. Gosto de tudo, do guardador de carros, até a atendente gente boníssima da loja que costumo comprar, a Gisele. Adoro a variedade de alimentos, a degustação, os preços, assim como passar e admirar o Palácio das Indústrias (onde funciona o Espaço Catavento), observar os imigrantes e refugiados na Rua da Glória, olhar para a bandeira de São Paulo tremulando no alto do prédio do Banespa… Sim, não é só a comida que me encanta, mas a ida (quase sempre sem trânsito nem valor abusivo para estacionar) ao centro da cidade. Zona cerealista, feira, Embu das Artes com chuva, café com brownie pra terminar. Dia para gratidão.

 

#365agradecimentos

350/365 Mobila, gizmo e os embalos continuam!

É uma sensação incrível a de se retomar paixões que já haviam virado cinzas. É como se houvesse uma chama escondida que, por ser alimentada, voltou a ter força pra se apresentar. Jamais imaginei que fosse estar em meio a helmets, gloves, jackets and two wheels, tampouco que fosse jogar videogame novamente! Putz, continuo adorando tênis de mesa e não vejo a hora de experimentar o Just Dance. Hoje foi o típico momento “Nos tempos da mobila” ou “Os embalos da mobila à noite”. Vou ficar devendo a minha foto na mobilete verde pra completar a sessão nostalgia.

Foi um dia repleto de trabalho, de estresse, de reencontro, de fome e dor de cabeça, mas também de ter a sensação de “estar em casa” e de me sentir feliz. Não é todo dia que uma retomada dessas acontece nem que eu sou comparada ao personagem Guzmo do clássico filme tosco (ops!) infantil Gremlins (1984), por isso quando essa situações acontecem, o jeito é fechar o lojinha, agradecer pelo dia, relaxar e dar muita risada, pois não há o que discutir! risos

#365agradecimentos

348/365 Overcoming

Sim, passou rápido. E num piscar de olhos, já faz 1 1/2 anos que eu estou estudando inglês no ritmo “express” com 4h por semana, fora as lições online e o caderno de exercícios (praticamente em branco desde agosto). O melhor de tudo é que tem sido muito bom, ainda que eu fique em crise semana sim outra também por não conseguir aprender mais rápido e/ou não conseguir me dedicar o suficiente e/ou por falhar miseravelmente em alguma coisa simples…

Estudando para a prova final do módulo, percebi que estou entendendo bem melhor, que tenho conseguido usar as estruturas um pouco mais e que, mesmo muito devagar, tenho conseguido me comunicar um pouco melhor, ainda que com uma pronúncia sofrível e uma compreensão oral praticamente nula. Hoje, depois de 2h30 de prova, consegui concluir mais uma etapa dessa jornada da heroína (oi? risos), com o sincero desejo de mergulhar no inglês a cada dia. Enfim, minha resistência punkiana foi vencida pelos ianques. Gratitude for this!

#365agradecimentos

347/365 Celebrar e agradecer

Dezembro é um mês sempre repleto de confraternizações para celebrar o ano que está findando, no caso de 2016, agonizando. E aquele jogo de “alívio de consciência” aparece tanto na sacolinha/cesta básica de fim de ano, como nos “cafés” com TODOS os amigos que não vimos ou convivemos o ano todo… Tudo isso pra diminuir a sensação de derrota que as metas não cumpridas  nos trazem. A questão é: se as “metas” não foram cumpridas: tudo bem. Se não houve como encontrar os amigos: tudo bem. Se as horas de descanso, a atividade física e a melhor alimentação só olharam de longe e acenaram: tudo bem.

Hoje foi a última meditação ativa lá no estúdio de yoga e o tema foi “celebrar e agradecer” pelas conquistas, pelas derrotas e pelo vazio. Afinal, é ficar com aquilo que é. Se aconteceu, é celebrar. Se não aconteceu, é celebrar. Acho que esse foi um dos exercícios mais difíceis do ano na meditação. Sentir o coração transbordando por celebrar toda a vida experienciada foi uma forma de perceber o quanto ainda estou longe de vivenciar algo assim. Pouca entrega e pouca profundidade foi o que eu percebi de mim nesse exercício de hoje. E só depois que a professora colocou a música “Trem-bala” da Ana Vilela (hit que viralizou na internet há pouco) que traz uma letra bem adequada para o tema, consegui perceber talvez o início desse estado de plenitude, de celebração e de gratidão. A arte deu uma mãozinha nesse processo que é muito mais difícil do que se possa imaginar.

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346/365 Mãos de tesoura

O dia foi adoravelmente raro, o que significa que não trabalhei em casa! Explico-me: trabalhei podando as plantas do jardim, mas não me ocupei com o meu trabalho na minha casa. Engraçado como a mente fica “gritando” o tempo todo, repreendendo-me como se eu não pudesse fazer outra coisa senão trabalhar, enquanto estou em casa.Maluco isso, mas daqui a pouco a mente entra nos eixos.

pink-cerebro2016 foi um ano intenso (sim, um eufemismo!) e somente o início de novas vivências que se consolidarão em 2017 e em mudanças há muito desejadas. Adeus, Pinky. Adeus, Cérebro. Vocês ficam no ciclo que se fecha, felizmente. Terei prejuízos por conta disso, porém não viverei mais num ambiente insalubre tanto física quanto emocionalmente. Encontrar formas de transformar o raro em prosaico tem sido meu desafio a cada dia. Hoje meu prosaico foi curtir deveras podar pingos d´ouro, participar da aula de inglês e experimentar minhas novas luvas steam punk. Prosaico e delicioso, gratidão.